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Quinta-feira, 04 de Junho 2026
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Vereador de Palmas é preso durante operação da Polícia Federal que investiga desvios de fundos eleitorais nas eleições de 2022

Uchôa enfatiza que ainda não teve acesso aos autos do processo e reitera sua total disposição para colaborar com a Justiça e as autoridades competentes, reafirmando seu compromisso com a transparência, respeito às instituições e ao devido processo legal.

Vereador de Palmas é preso durante operação da Polícia Federal que investiga desvios de fundos eleitorais nas eleições de 2022
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Na manhã desta quarta-feira (15), o vereador Rubens Uchôa (UB) foi conduzido pela Polícia Federal durante uma operação que apura o desvio de recursos do fundo eleitoral. A TV Anhanguera informou que ele foi alvo de buscas e detido por posse ilegal de arma de fogo. A PF confirmou que a condução ocorreu em flagrante.

A defesa de Uchôa declarou que "sua condução até a sede da Polícia Federal se deu para prestar esclarecimentos sobre uma situação específica relacionada à posse de arma de fogo". Quanto à investigação das eleições, a defesa afirmou que ainda não teve acesso aos autos do processo e se coloca à disposição da Justiça.

A Câmara de Vereadores informou que “a diretoria e a procuradoria geral não possuem informações sobre o caso, mas estão disponíveis para ajudar o vereador assim que tiverem novidades”.

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A operação da PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão em quatro ações denominadas Atos 5:1-11 (I, II, III e IV). Os inquéritos investigam se candidatos cometeram crimes de falsidade ideológica eleitoral e apropriação indébita de recursos públicos destinados às campanhas nas eleições de 2022.

As ações visam identificar todos os envolvidos nas supostas práticas criminosas, mapear os recursos públicos e verificar se foram utilizados de forma ilícita para caixa dois ou compra de votos, o que pode configurar graves infrações à legislação eleitoral.

Os investigados poderão responder por falsidade ideológica eleitoral e apropriação indébita de recursos públicos. Se condenados, as penas podem chegar a nove anos de reclusão, além da perda de bens para reparação de danos decorrentes dos crimes.

O nome das operações remete ao episódio bíblico de Ananias e Safira, que ocultaram parte de uma oferta e mentiram sobre sua origem, levando à punição por suas ações. A suspeita é que os envolvidos tenham ocultado a destinação dos valores recebidos.

*Nota de Rubens Uchôa*

A equipe do vereador Rubens Uchôa esclarece que o inquérito atual se refere à Operação conduzida pela Polícia Federal, referente à campanha eleitoral de 2022. A defesa do parlamentar informa que a investigação está em andamento e que sua condução à sede da PF foi para prestar esclarecimentos sobre a posse de arma de fogo.

Uchôa enfatiza que ainda não teve acesso aos autos do processo e reitera sua total disposição para colaborar com a Justiça e as autoridades competentes, reafirmando seu compromisso com a transparência, respeito às instituições e ao devido processo legal.

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